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Sunday Morning

23 jan

Fotos: Risada Smile

Postado por: Bela Gregório

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2012

20 jan

Para aLetrada o ano começou no final de janeiro! Claro, eu merecia umas férias depois de muito trabalho…

Enfim, a questão é que voltei com muitas novidades no forno! Espero que apreciem o material das próximas semanas.

Não vou ficar contando detalhes para não perder a graça. Adianto que vão rolar algumas parcerias, materiais novinhos e produzidos para o blog.

Acho que perceberam que uma das principais intenções é a publicação de material inédito! Entrevistas, vídeos e fotografias feitos especialmente para quem entra nessa página.

Conto com a visita de vocês! ENJOY IT.

Foto: Flávio Melgarejo

Postado por: Bela Gregório

Saturday Morning

27 set

Foto: Risada Smile

Postado por: Bela Gregório

Entrevista: Aline

16 set

Aline Lorenzon tem 29 anos e começou a pintar os muros de São Paulo no ano de 1997. Através da forte relação com a pixação, passou a observar os trabalhos de grafite pela cidade.

A descoberta da rua como suporte para arte foi muito importante no envolvimento de Aline com o graffiti. “Descobri a rua como um suporte gigante para me expressar, uma galeria gratuita de diversos artistas e estilos”.

Nesta entrevista, ela conta um pouco da relação pessoal com a rua e a paixão pelo “bomb”.

Qual é a sua relação com o “bomb” e com o ato de pintar na rua?

Sempre foi uma relação muito boa. Acho que o bomb me traz uma sensação de liberdade, talvez porque na maioria das vezes são feitos sem autorização, tem que ser rápido, tem a adrenalina, tem a coisa da transgressão… E quanto a pintar na rua, graffiti é isso! Tem o contato com a realidade. Aliás, graças ao graffiti e a rua eu sou a pessoa que sou hoje. Convivo com muitas pessoas que com certeza se chocam com notícias que vêem e ouvem, mas pelas minhas experiências pintando na rua, pude conhecer muito mais de perto realidades que muitos só conhecem pela TV.

Quando começou, surgiu algum tipo de empecilho ou desafio por ser uma mulher escritora de graffiti?

Não tive empecilhos, nem mesmo da minha família que sempre me apoiou em tudo o que quis fazer. Também não posso dizer que sofri preconceitos, sempre fui muito incentivada. Já o desafio… Sempre me sinto desafiada principalmente por mim mesma a me descobrir, a fazer algo legal, a superar os meus limites. Nem eu e nem nenhuma grafiteira tem que ser considerada inferior a qualquer grafiteiro, aliás, tem muita mulher pintando por ai quem põe muito homem no chinelo.

Quais foram as suas principais inspirações quando começou a pintar na rua?

Acho que minhas inspirações sempre vieram do meu interior, daquilo que eu estava sentindo no momento, das coisas que eu vivo e vivi.

O que você acha da cena feminina em São Paulo?

A cena cresceu muito da época em que eu comecei até hoje em dia.  Tem muita gente com um trabalho muito bom. Tenho visto que tem muitas meninas fazendo letras também, o que eu acho ótimo!

Cada pessoa tem sua história, sua vida, mas acho que ainda falta um pouco mais de atitude. De sair pra rua e chegar pintando.

Como você se vê na rua?

Tenho muitas dúvidas na minha vida… O graffiti é uma das poucas certezas que tenho. Deste modo, quando estou na rua pintando, me vejo e me sinto uma pessoa mais importante, mais feliz, mais completa e satisfeita.

Diga o que a Aline representa em uma frase.

Sou péssima nisso… Então, vou colocar um pedacinho de uma música do Bob Marley: “I’m a rebel, soul rebel. I’m a capturer, soul adventurer”.

Mais Aline em: http://www.flickr.com/photos/alinetsc/

Fotos: Bela Gregório

Postado por: Bela Gregório

In action!

24 ago

Vídeo por: Jessé Henrique

Postado por: Bela Gregório

Entrevista: Cris

11 ago

Ninguém pode falar melhor de si mesma e de sua trajetória como verdadeira escritora da rua. Critiane Lopes guarda uma grande história no graffiti feminino brasileiro. Aos 33 anos já assinou muitos muros, portas e rooftops por ai! Nessa entrevista, ela conta o que a rua representa na vida dela, e como é importante ter dentro de si aquilo que representa a verdadeira arte de rua.

Quando e como você começou no graffiti?

Comecei na minha cidade, Porto Alegre, através de uma amiga e um amigo. Era envolvida no hip-hop, era b.girl e minha amiga fazia graffiti. As vezes a gente treinava a dança, as vezes treinava a pintura.

 Qual é a sua relação com a rua?

Fácil e difícil de explicar! A rua é tudo e a experiência dela é inesquecível! Quem não passa pela rua não pode dizer o que é graffiti.

O que o graffiti representa na sua vida?
Representa tudo! Vivo e respiro a arte! Para mim, é como um modo de vida.

Você acha que as garotas escritoras ainda sofrem preconceito?

Sinceramente acho que hoje não existe mais preconceito. Pelo menos eu não sofro. O fato é que os homens chegam mais, pintam mais, tem mais atitude,o preconceito vem das próprias. Vão para rua, tenham atitude!

Por que escolheu as letras? Qual é o seu encanto pelo bomb?

Porque felizmente aprendi pelo caminho correto, o verdadeiro graffiti. Graffiti verdadeiro é letra.E o bomb é lindo, porque você pode fazer um desenho dentro dele e ele não vai deixar de ser o original graffiti.

Qual é a representatividade da cena feminina em São Paulo?

Bom, muito pouco! No sentido sair na rua e pintar um não autorizado é difícil, agora encontro feminino tem acontecido vários, onde só pintam mulheres.

Descreva quem é a Cris em uma frase.

Tudo posso quando quero!!!

Fotos: Arquivo da artista

Mais Cris em: http://www.flickr.com/photos/ifilu

Postado por: Bela Gregório

Intro the night

9 ago

Fotos por: Tabyta Y.

Graffiti é rua!

Postado por: Bela Gregório