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Feliz Dia dos Namorados

12 jun

Always in love with the streets…   

Postado por: Bela Gregório

Entrevista: Téia

6 jun

Ana Claudia conheceu o graffiti de fato aos 14 anos, através de uma oficina ministrada pelo artista Anjo, que a incentivou muito quando ela decidiu começar a pintar na rua. Algum tempo depois, surgiu outra paixão artística: a tatuagem. Aos 23 anos, Téia pinta muros e também a pele de algumas pessoas. Nessa entrevista, ela conta um pouco dessas duas facetas criativas que dominam seu dia-a-dia.

Qual é a sua relação com a arte de rua?

Hoje em dia não tenho mais a possibilidade de pintar todo final de semana como antes. Ainda sim, sempre que faço um graffiti sinto uma grande realização que vem de dentro para fora, fico sem palavras. Minha relação com a rua faz parte de tudo que vivencio no meu dia-a-dia, das coisas do cotidiano e que fazem parte de mim.

Quais são as principais referências para criação dos seus desenhos?

Tudo que se refere a minha vida no momento. Trabalho com tatuagem, isso acaba influenciando os meus desenhos, mas acho que na maioria das vezes são as minhas emoções.

O que você acha da cena feminina em São Paulo?

Acho que vem crescendo muito e com muita força. Acredito que para esse cenário se fortalecer e crescer ainda mais é necessário uma organização artística e não feminista. Esse tipo de movimento não acrescenta na qualidade dos trabalhos e na cena como um todo.

Em sua opinião, é possível reconhecer algum tipo de essência ou ligação na arte de rua feita por mulheres?

Acredito que sim, geralmente são desenhos mais delicados. Apesar disso, também vejo grafiteiras que tem um estilo mais clássico de pintar, nesses casos não vejo diferença com o trabalho dos meninos.

Você também trabalha com tatuagem… Me fala um pouco sobre isso.

O interesse pela tatuagem surgiu aos 15 anos, quando eu fiz a minha primeira. Logo de cara fechei meu braço inteiro e como minha mãe sempre dizia, também fechei a carteira de trabalho. Quando completei 17 anos e vi que não conseguia um emprego, resolvi me dedicar ao desenho e investir na tatuagem. Hoje estudo técnicas e estilos diferentes. Trabalho profissionalmente fazem 4 anos e essa arte se tornou uma paixão não só para o meu corpo, mas para alma também.

 

Fotos: Arquivo pessoal da Téia

Postado por: Bela Gregório

 

2012

20 jan

Para aLetrada o ano começou no final de janeiro! Claro, eu merecia umas férias depois de muito trabalho…

Enfim, a questão é que voltei com muitas novidades no forno! Espero que apreciem o material das próximas semanas.

Não vou ficar contando detalhes para não perder a graça. Adianto que vão rolar algumas parcerias, materiais novinhos e produzidos para o blog.

Acho que perceberam que uma das principais intenções é a publicação de material inédito! Entrevistas, vídeos e fotografias feitos especialmente para quem entra nessa página.

Conto com a visita de vocês! ENJOY IT.

Foto: Flávio Melgarejo

Postado por: Bela Gregório

Se sujar é vida!

11 dez

Foto: Tinho Sousa

Postado por: Bela Gregório

As minas de BH

1 dez

O graffiti feminino não está presente apenas em São Paulo, mas também em diversas outras cidades desse país gigante. Adoro quando conheço o trabalho de garotas que estão em outros estados, alias eu procuro achar essas garotas de forma exaustiva até. Nesse post apresento 5  mineiras que tem um talento em tanto para os muros.

Em uma tarde quente de Belo Horizonte, Raquel, Krol, Musa, Viber e Nica se reuniram para fazer o mural que vocês conferem abaixo:

Fotos: Mariana Valentim

Postado por: Bela Gregório

Martha Cooper

18 nov

Martha Cooper nasceu em Baltimore, Estados Unidos, na década de 1940. Estudou artes no Colégio Grinnel e começou a fotografar no final dos anos de 1960.

A fotógrafa registrou a cena do graffiti nos trens de Nova York entre as décadas de 1970 e 1980. Seus registros se transformaram no livro Subway Art, publicado em 1984, e considerado uma das primeiras publicações da história do graffiti.

Cooper é importante por ter entrado e se arriscado na linha dos trens para capturar momentos únicos do início da cena do graffiti em Nova York.

Além disso, seu trabalho aborda mais que imagens de interventores em ação. A sensibilidade e vivência no meio deram a Cooper uma visão única que é refletida em imagens que vão além dos trens e partem para o cotidiano desses primeiros grafiteiros.

Fotos: Reprodução

Postado por: Bela Gregório