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Faith 47

20 jan

Faith 47 é uma sul-africana de 33 anos que descobriu o graffiti em 1997.  Depois desse primeiro contato, seu talento fez o resto do trabalho. Inspirada por temas existenciais e reflexivos, ela se aventura em cenários decadentes e destrutivos. A arte feita por Faith é ao mesmo tempo metafórica e cheia de significados.

Mergulhe um pouco no talento dessa grafiteira!

Em 2009, Faith fez um vídeo incrível que usava como plano de fundo um cenário encantador na África do Sul. Denominado “Epitaph”, o curta explora espaços abandonados.

Mais Faith emhttp://www.faith47.com/

Fotos: Divulgação

Postado por: Bela Gregório

Martha Cooper

18 nov

Martha Cooper nasceu em Baltimore, Estados Unidos, na década de 1940. Estudou artes no Colégio Grinnel e começou a fotografar no final dos anos de 1960.

A fotógrafa registrou a cena do graffiti nos trens de Nova York entre as décadas de 1970 e 1980. Seus registros se transformaram no livro Subway Art, publicado em 1984, e considerado uma das primeiras publicações da história do graffiti.

Cooper é importante por ter entrado e se arriscado na linha dos trens para capturar momentos únicos do início da cena do graffiti em Nova York.

Além disso, seu trabalho aborda mais que imagens de interventores em ação. A sensibilidade e vivência no meio deram a Cooper uma visão única que é refletida em imagens que vão além dos trens e partem para o cotidiano desses primeiros grafiteiros.

Fotos: Reprodução

Postado por: Bela Gregório

Lady Pink

24 jul

Lady Pink nasceu na cidade de Sandra Fabara, Equador, mas se mudou para Nova York muito cedo. Criada no Queens, começou a assinar o muros da região em 1979. Através da perda de um namorado, que depois de um tempo na prisão foi exilado em Porto Rico, Pink exorcizou a tristeza escrevendo o nome do amado pela cidade inteira, um pouco antes de criar a sua própria assinatura.

A contribuição de Pink para a história do graffiti e da subcultura é imensurável. Sendo uma das poucas mulheres a se arriscar nas linhas dos trens novaiorquinos, ela se tornou uma referência mundial da arte urbana. Seus trabalhos estão nos acervos de museus como The Met, Whitney  Museum, Booklyn Museum e Groningen.

Curiosidade: O nome Lady Pink vem da sua paixão pela literatura inglesa e pelo período vitoriano

Mais Lady Pink em: http://www.pinksmith.com/

Fotos: Divulgação

Postado por: Bela Gregório